9 dicas matadoras para não errar no marketing político digital em 2022
20 ago 2021
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9 dicas matadoras para não errar no marketing político digital em 2022

Estratégias de marketing político digital para 2022

O tempo voa e vem aí novas eleições e com elas vem dezenas e dezenas de candidatos querendo saber como fazer marketing político digital. A notícia ruim é que a corrida começa cada vez mais cedo, embora o TSE tente empurrar as datas cada vez mais perto das eleições (com razão, inclusive).

As redes sociais criaram um clima permanente de disputa política. A busca por delimitar os territórios digitais, passam por técnicas ruins como as fake news, por exemplo.

Sejamos práticos, como se antecipar e ter o melhor custo/benefício em uma campanha de marketing político digital em 2022?

  1. Tenha um projeto de conteúdo. Sem saber o que oferecer, você não vai gerar credibilidade. Sem conteúdo não é campanha.
  2. Tenha em mente um orçamento a ser investido em dar alcance às publicações. Redes sociais não são uma audiência mágica, pelo contrário, é uma publicidade até cruel com assuntos políticos. É preciso saber trabalhar o alcance, os filtros, os nichos que tem potencial interesse em seu conteúdo.
  3. Definitivamente entenda uma coisa: SANTINHO DIGITAL NÃO FUNCIONA. O santinho é aquela foto que leva o número, o partido, etc. Isso só deve ser usado nos dias que precedem a eleição e ainda assim, de maneira muito bem produzida. No restante do tempo, não servem pra nada. Lançar mão desta estratégia nas redes sociais só funciona se você tiver uma campanha poderosa ao longo do tempo.
  4. Novos canais como Tik Tok e Kwai podem ser usados para se fazer política sim, mas apenas se tiver acompanhamento profissional e estratégico. Não tente fazer graça, dancinha, achando que vai criar um séquito de milhões de seguidores. Política levada na brincadeira é um perigo para uma carreira de futuro. Por outro lado, são redes com forte apelo junto à classe C e podem ser importantes canais.
  5. Nunca, jamais, dependa de um único canal. Instagram não elege ninguém, mesmo que você tenha 1 milhão de seguidores.
    Não minta. Deixe claramente que você está trazendo certos assuntos e propostas porque você pretende pleitear um cargo político.
  6. Não tente transpor a campanha que se faz no mundo real para o ambiente digital. É válido divulgar algum evento ou iniciativa, claro, mas não pense que as pessoas se interessam por aquelas fotos de políticos enfileirados segurando uma cesta básica.
  7. Caridade não é campanha. Você pode usar a caridade como rampa se for naturalmente ativista de caridade, reconhecidamente caridoso. Só use isto como rampa quando a própria sociedade te conduzir para um cargo público. Caridoso de ocasião é visto como oportunista. Pior que isso, tem muitos casos de caridosos reconhecidos e admirados que fracassam no pleito. Motivo: as pessoas não são gratas.
  8. Acredite no profissional de marketing digital e não tente impor a sua campanha. De qualquer forma, se elegendo ou não, a responsabilidade é do candidato. O profissional de marketing político digital pode potencializar a chance de acerto.
  9. Existem muitos outros ítens que pretendemos divulgar aos poucos. Tudo isto é baseado em experiências reais trabalhando com marketing político digital ao longo dos anos.

A melhor hora para iniciar uma campanha de marketing político digital é com a maior antecedência possível.

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